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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Feliz Navidad

Neste último semestre passei minhas horas de trabalho falando em espanhol com meus "hermanos" da América Latina toda. Embora o português seja falado somente e praticamente no Brasil, nestas paragens, a língua de origem lusa é falada em 51% da população latina americana.


Mas como trabalho com os outros 49%, necessito falar o idioma "español" para me fazer entender e entendê-los. É claro que não sou um expert nesta língua, mas consigo me virar. Já fui elogiado pela minha pronuncia espanhola por ela não conter o sotaque português (coisa que pra mim já valeram as minhas aulas autodidatas).


Existe um site que me ajuda muito em minhas comunicações escritas, sobretudo quando se trata de conjugações verbais. Trata-se do WordReference.


No primeiro link, encontram-se os dicionários Português-Espanhol, Espanhol-Português:




No segundo link está a maravilhosa ferramenta para conjugação verbal:



Navidad equivale à palavra Nascimento que equivale à palavra Natal. E é assim que nossos vizinhos comprimentam nesta época de renovação, de "Nascimento" ou aniversário de Jesus Cristo, que segundo os cristãos, nasceu em 25 de dezembro. Jesus representa o ideal da perfeição, da simplicidade, do perdão e principalmente do amor. O amor incondicional, que significa aquele amor sem egoismo, sem querer algo em troca, aquele amor que simplesmente se sente.



Quando se chega nesta época do ano, os corações de muitos ficam mais moles, mais tolerantes, mais compreensivos, mais sinceros, mais solidários, mais amorosos e o clima melhora. As pessoas ficam contagiadas de "Navidad", parecendo que são novas por dentro, capazes de festejar, de celebrar, de confraternizar, de planejar as felicidades de um novo ano. Enfeitam-se, enfeitam seus lares, mudam e colorem a vida.



Momento circunspecto, de reflexão e de compaixão. Religioso ou profano, este momento é mágico, porque transforma o todo, as energias e o ar.



Existe o fato das pessoas terem mais dinheiro no bolso e comprarem furiosamente nas esquinas das ruas 25 de março da vida, mas até isso é gostoso de se ver. As pessoas pensam um pouco nos outros, querem presentear, porque querem agradar aos outros.


Que momento idílico é o mês de dezembro com 13 salário, férias, compras, presentes, Natal e virada de ano.


A todos os meus amigos e colegas leitores, desejo que em seus corações ocorra o Nascimento.


Feliz Navidad


Feliz Natal


Feliz seja você




segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Coisa de ignorante

A primeira coisa que descobri quando resolvi estudar e pesquisar o mundo do voo livre de parapente é que eu era um tremendo ignorante a respeito deste esporte que eu sonhava praticar. E essa ignorância pautava-se no conceito de que não haviam classificações nos modelos dos parapentes, ou seja, eu pensava que um parapente servia para qualquer voador, seja ele inexperiente, seja ele um mestre dos ares.


E felizmente eu estava errado. Os parapentes seguem, de um modo geral, padrões de homologações que vão dos parapentes de treino até os avançados.


A segurança era e é a minha maior preocupação quando resolvi voar. Para a minha sorte essa classificação pautada na segurança de voo existe. Afinal, não tenho duas vidas e pretendo viver essa única vida carnal por muitos anos e se possível voando também.



Podemos classificá-los como (as informações abaixo foram retiradas do site Ventomania do mestre Sivuca):


Classe 1:
São parapentes chamados de "Escola". São aquelas velas que recebem homologação alemã, DHV 1 e são muito "tranquilos", mansos, pouco ágeis, mas possuindo uma grande capacidade de "perdoar" erros do piloto.



Classe 1-2:
São parapentes chamados de "Saída de escola", mansos e tranqüilos, perfeitamente indicados para iniciantes autônomos, que estão começando a voar com suas próprias asas e escolher as suas condições de vôo.
São parapentes um pouco mais ágeis na pilotagem, porém sem comprometimento da segurança passiva. Em geral quem começa no esporte, deveria comprar um parapente de classe 1 ou desta classe, dependendo do estilo do piloto, mais ousado ou conservador.



Classe 1-2 avançado:
São parapentes chamados de "Saída de escola avançado", recebendo tambem homologação alemã DHV 1-2, eles possuem comportamento mais "vivo" é ágil que os da classicos DHV 1-2.
Por curiosidade, ler os artigos comparativos das revistas Françesas "Parpente Mag ou Vol libre" que apresentam as tabelas de diferenciações das categorias dos parapentes homologados DHV 1/2.
Apesar de ter rendimento superior aos da categoria anterior, estes parapentes são bastante tranqüilos é são indicados para os pilotos que estejam querendo alcançar um bom compromisso entre performance é alta segurança.




Classe 2:
São parapentes chamados de "intermediários avançados", com homologação DHV 2. São indicados para pilotos que já voam a pelo menos 2 anos de maneira freqüente e estão em busca de vôos de distância (cross)ou participar de campeonatos.



Classe 2-3:
São parapentes chamados de "performance", indicados somento para quem realmente tem uma boa experiência, faz vôos de distância ou participa de competições.
Em geral são velas de alta performance porém o piloto não tem tranqüilidade é precisam de atenção constante na seu pilotagem (pilotagem ativa).



Competition:
São os modelos de seria os mais avançados do mercado.
Geralmente não possuem homologação e seu uso é por conta e risco do piloto. Ate prototipos de algumas marcas participam das competições, nacionais é internacionais. São parapentes muito ariscos e difíceis de serem pilotados. São sò para pilotos fora do padrão e que praticam de competições regularmente.


O desenho dos parapentes são diferentes para atender às exigências acima. Se percebermos os parapentes mais próximos da classificação "iniciante" são mais estreitos e poucas células (a divisão física de cada vela) e à medida que a classificação dos parapentes vai "subindo" para o nível dos pilotos experientes e experts, as velas são mais longas em comprimento e mais estreitas em largura.




Veja as figuras abaixo (retiradas do site da SOL Paraglider - empresa brasileira de alta qualidade na fabricação de parapentes e acessórios)








Thing of ignorant


The first thing that I discovered when I decided to study and to research the world of the flight free from paraglider it is that I was a tremendous ignoramus regarding this sport that I dreamed to practice. And that ignorance was ruled in the concept that there were not classifications in the models of the paragliders, in other words, I thought that a paraglider was for any flying, be him inexperienced, be him a master of the airs.


It is happily I was wrong. The paragliders proceed, in a general way, patterns of approvals that are going from the training paragliders to the advanced ones.


The safety was and it is my largest concern when I decided to fly. For my luck that ruled classification in the flight safety exists.


After all, I don't have two lives and I intend to live that only carnal life for many years and if possible also flying.


We can classify them as (the information below were removed of the site master's Sivuca Ventomania):


Class 1: They are called paragliders of " School ". Saint those candles that receive German approval, DHV 1 and healthy very " calm ", tame, little agile, but possessing a great capacity " to forgive " the pilot's mistakes.


Class 1-2: They are perfectly called paragliders of " school " Exit, tame and calm, suitable for autonomous beginners, that are beginning to fly with your own wings and to choose your flight conditions. They are paragliders a little more agile in the pilotagem, however without compromising of the passive safety. In general who begins in the sport, he/she should buy a paraglider of class 1 or of this class, depending on the pilot's style, more daring or conservative.


Class 1-2 advanced: They are called paragliders of " school Exit moved forward ", also receiving German approval DHV 1-2, they possess more alive " behavior it is agile that the one of classic DHV 1-2. For curiosity, to read the comparative goods of the French " magazines Paraglider Mag or Vol libre " that present the tables of differentiations of the categories of the ratified paragliders DHV 1/2. In spite of having superior revenue to the of the previous category, these paragliders are quite calm it is they are suitable for the pilots that are wanting to reach a good commitment among performance it is high safety.


Class 2: They are advanced " middlemen's called paragliders, with approval DHV 2. Saint indicated for pilots that already fly the at least 2 years in a frequent way and they are in search of distance flights (cross)ou to participate in championships.


Class 2-3: They are called paragliders of " performance ", suitable somento for who really has a good experience, makes distance flights or it participates in competitions. In general they are candles of high performance however the pilot doesn't have peacefulness it is they need constant attention in your form of (to pilot active).



Competition: They are the models of it would be the most advanced of the market. They don't usually possess approval and your use is for bill and the pilot's risk. Tie prototypes of some marks they participate in the competitions, national it is international. They are very unfriendly and difficult paragliders of they be pilot. They are out sò for pilots of the pattern and that practice regularly of competitions.


The drawing of the paragliders is different to assist above to the demands. If we notice the closest paragliders of the classification " beginner " they are more narrow and few cells (the physical division of each candle) and as the classification of the paragliders is going " arising " for the experienced pilots' level and experts, the candles are longer in length and more narrow in width.



See the illustrations above (retreats of SOL Paraglider's site - Brazilian company of high quality in the paragliders production and accessories)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

3º Festival de Voo Livre em Extrema-MG

Feriadão de Corpus Christi Maio de 2008, fui para a "minha" terra adorada, Minas, na cidade de Extrema.

Chegando lá soube que iria ter um festival de voo livre naquele feriado.
No primeiro dia de feriado, eu e minha esposa, fomos conferir o evento e quando lá chegamos, haviam muitos parapentes no ar.

Eles realizavam voos a partir da rampa do Pico dos Cabritos, na Serra do Lopo.

Era final de tarde e ficamos ali, observando aqueles pássaros humanos.

Tiramos muitas fotos, filmamos e nos divertimos.

Naquele momento, voltava em mim, a vontade de voar.

A vontade de formar-me como piloto e ter a capacidade de voar sozinho.

Fiquei sonhando, pensando, refletindo.

Aqueles gliders dançando no ar, aqueles pilotos que colocaram seus sonhos em prática e aquele acontecimento faziam com que as minhas emoções agitassem e criassem em mim a necessidade de voar.

Resolvi que eu iria pensar com carinho na realização daquele sonho.

Eu iria pesquisar, estudar, indagar e verificar como era praticado aquele esporte.









3rd Festival of Free Flight in Extrema-MG


Holiday of Corpus Christi May 2008, went to my adored earth, Minas, in the city of Extrema.
Arriving there knew that would have a festival of free flight in that holiday.
In the first day of holiday, me and my wife, we went to check the event and when there we arrived, there was many paragliders in the air.
It was in the afternoon final and we were there, observing those human birds.
We took a lot of pictures, we filmed and we had fun.
On that moment, it returned in me, the will of flying.
The will of being formed as pilot and to have the capacity to fly alone.
I was dreaming, thinking, contemplating.
Those gliders dancing in the air, those pilots that placed your dreams in practice and that event did with that my emotions shook and they created in me the need to fly.
I solved that I would think with love about the accomplishment of that dream.
I would research, to study, to investigate and to verify how that sport was practiced.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Depois de um longo inverno...

Foram tantos contra-tempos que tive que priorizar as coisas.
Saúde de minha mãe, aulas de parapente, trabalho e outras coisas detiveram os meus posts.

Retomarei a cronologia dos fatos deste blog, mas adianto que após anos de sonho sonhado, realizei a façanha de voar e quase sozinho. (quase porque recebi as orientações dos instrutores), mas estava lá, sozinho, eu, o equipamento, a natureza e Deus.

Fiz o meu "voo prego", o meu batismo, o voo inaugural.

Mais detalhes, veja o vídeo abaixo

http://br.youtube.com/watch?v=pgjBYiw7qmU

De "aprendiz a piloto", tornei-me "piloto-aprendiz" com este batismo de fogo.

Em breve relatarei esta incrível experiência.






After a long winter...

So many problems that I had to prioritize the things were.
My mother's health, paraglider classes, work and other things stopped my posts.
I will retake the chronology of the facts of this blog, but I advance that after years of dreamed dream, I accomplished the feat of flying and almost alone. (almost because I received the instructors' orientations), but it was there, alone, me, the equipment, the nature and God.
I made my baptism, the inaugural flight.
More details, see the video below
I became pilot-apprentice with this baptism.
Soon I will tell this incredible experience.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Riscos em voar? Eles existem (II)


Primeira semana de setembro/2008 foi a "Semana do Terror" para o vôo livre brasileiro, especialmente na região Sudeste.


Há um mês, praticamente, eu publicava um post sobre os riscos em voar (leia Riscos em voar? Eles existem), justamente porque acidentes, com vôo livre, haviam tirado a vida de pilotos experientes.

Esta vez, não foi diferente: um piloto carioca de asa delta ficou paraplégico por sua inexperiência ao decolar perto do meio dia (horário de prováveis turbulências em razão das térmicas). Segundo consta, ele tinha apenas 7 vôos, estava sem um instrutor e saiu em um período térmico desfavorável à sua capacidade.


No sábado, dia 06, acidente numa rampa paulista, tirou a vida de um piloto experiente de parapente. Condição climática: entrada de frente fria, causando ventos fortes e rajadas intensas a partir da metade do dia. Fechada assimétrica, full stall, batoque acionado na hora errada e reserva não acionado? Que fatores levaram ao acidente mortal?


Eu esperava não postar mais este tipo de situação, mas utilizo deste blog para criar alertas para a comunidade de pilotos de vôo livre.


Pilotos comerciais para se formarem, para se tornarem aptos, passam horas e horas em simuladores, mais algumas centenas de horas em aulas teóricas. Palestras e simulações sobre segurança. Matérias ligadas à segurança de vôo e situações de emergência. Tudo isso feito com muita seriedade porque assim é que deve ser encarada a realidade de quem voa: os elementos da natureza não brincam!


E no vôo livre essa seriedade é a mesma? Por todos pilotos e aprendizes? Escolas, Clubes e Associações?


Os SIV's (Simulação de Incidentes do Vôo) existem mas há quem não liguem para eles, existem aqueles que se inscrevem e passam-se dias ou meses para poderem fazer o SIV, já que poucas são as escolas capacitadas a isso.


Regras, regulamentos, exigências, homologações, cursos e provas existem de acordo com essa seriedade?


Há responsáveis de alguma associação nas rampas fiscalizando as situações dos pilotos, equipamentos?


Há reciclagens de técnicas de pilotagens? Ou existe apenas a reciclagem nos equipamentos, em que os pilotos preocupam-se em aperfeiçoar apenas o lado técnico do equipamento?


Existem rampas que estão na rota de vôos comerciais e alguém, dentro deste meio, se preocupa com isso de verdade?


Está na hora de existir um DAC (ANAC) para o vôo livre, com regras que foquem na segurança.


Sei que existirão aqueles que dizem que o vôo livre tem que continuar a ser livre, ou seja, sem tais regras que restrigem a prática. De modo livre também, alguns pilotos lançam-se à morte.


O recorde brasileiro, no vôo livre, tem sido o das estatísticas de acidentes...







Risks in flying? They exist



First week of September of 2008 was "The Week of the Terror" for the Brazilian free flight, especially in the Southeast area.


Is there one month, practically, did I publish a post on the risks in flying (see: Risks in flying? They exist), exactly because you alter, with free flight, they had removed the experienced pilots' life.


This time, it was not different: a pilot of the Rio de Janeiro of hang gliding was paraplegic for your inexperience when taking off close to the half day (schedule of probable turbulences in reason of the thermal ones). As it consists, he had only 7 flights, it was without an instructor and he left in an unfavorable thermal period to your capacity.


On Saturday, 06, in a ramp from São Paulo, an accident removed a pilot's paraglider expert life. Climatic condition: entrance of cold front, causing strong winds and intense bursts starting from the half of the day. Asymmetric, full stall, done bung work in the wrong hour and does reserve not worked?


What factors did take to the mortal accident?


I hoped not to post more east situation type, but I use of this blog to create alert for the pilots' of free flight community.


Commercial pilots for if they form, for if they turn capable, hours and hours pass in simulators, more some hundreds of hours in theoretical classes. Lectures and simulations on safety. Linked matters to the flight safety and emergency situations. All this done with a lot of seriousness because it is like this that the reality should be faced of who flies: the elements of the nature don't play!


And in the free flight that seriousness the same is? For all pilots and students? Schools, Clubs and Associations?


SIV's (Simulation of Incidents of the Flight) they exist but there is who don't call for them, those that enroll exist and days or months pass for us to make SIV, since little are the schools qualified that.


Rules, regulations, demands, approvals, courses and do proofs exist in agreement with that seriousness?


Is there responsible of some association in the ramps fiscalizing the pilots' situations, equipments?


Does recycle of techniques exist to pilot? Or does it just exist the recycle in the equipments, in what the pilots do worry in just improving the technical side of the equipment?


Do ramps that are in the route of commercial flights exist and anybody, inside of this middle, does worry about that of truth?


It is time to a DAC to exist (ANAC - National Agency for Civil Aviation) for the free flight, with rules that foquem in the safety.


I know that those that say that the free flight has to continue to be free will exist, in other words, without such rules that restrigem the practice. In a free way also, some pilots rush to the death.


The Brazilian record, in the free flight, it has been it of the statistics of accidents...


quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Que vontade de voar

Muitas foram as vezes que subi até a Serra do Lopo em Extrema-MG.

A subida era tranquila, feita de carro. A estradinha é até que cuidada porque tem muitas antenas de comunicação lá na serra.

Subir e curtir o visual, além de sentir o contato com a natureza, sobretudo o céu que parecia mais próximo.

Já passei uma "virada" de ano sentado na rampa quadrante Norte, vendo a cidade de Extrema comemorar a chegada de mais um ano.

Muitos foram pores-do-sol que lá em cima presenciei.
Observava os pássaros naquela altitude, naquela dimensão "ar", soltos, passeando e voando!

A vontade de voar, naquelas horas, era imensa.

Mas, esse sonho parecia distante de mim, principalmente porque não tinha recursos financeiros para realizar tal sonho.

De qualquer maneira, eu voava....




Quem não tem cão, caça com gato

Who doesn't have dog, it hunts with cat




The longing of flying

Many were the times that I arose until the Mountain of Lopo in Extrema-MG-Brazil.

The ascent was calm, done of car. The small road is until that taken care because a lot of communication antennas exist there in the mountain.


To arise and to tan the visual, besides feeling the contact with the nature, above all the sky that seemed closer. I already passed a " year turning ", seated in the ramp North quadrant, sells the city of Extrema to commemorate the arrival of one more year.

Many were sunsets that there on top witnessed.

I observed the birds in that altitude, in that dimension " air ", loosened and flying!


The longing of flying, on those hours, was immense.


But, that dream seemed distant of me, mainly because I didn't have financial resources to accomplish such dream.

In a way or in another way, I flew....

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Mairiporã, outro point de parapentes

Na mesma rota para a minha cidadezinha preferida, pela Fernão Dias, passo pela cidade de Mairiporã (SP). Por lá, já vi vários gliders desenhando o ar.


Parei várias vezes no acostamento para apreciar o espetáculo que ocorre bem próximo da estrada.


Descobri que havia uma rampa ali no Pico Olho D'Água (veja vídeos no Youtube). vídeo2











Os pilotos pousavam nas imediações da cidade.


Mas, parece-me que existem alguns pontos críticos a respeito desta rampa:


- Primeiro que não existe oficialmente uma rampa neste local;

- Existe o perigo de vôos por causa do tráfego aéreo em função da proximidade com o aeroporto internacional de São Paulo (Cumbica - Guarulhos);

- Há redes elétricas de alta tensão nas proximidades;

- O pouso existente foi transformado em "rua de lazer" pela cidade;

- Pilotos experientes qualificam o vôo neste local como muito técnico, ou seja, não é para inexperientes e nem "saídos de escola".

Coincidência ou não, faz tempo que não vejo mais as velas pairando naquelas bandas.


Mairiporã, other glider point

In the same route for my favorite city, by Fernão Dias, step for the city of Mairiporã (SP). For there, I already saw several gliders drawing the air.

I stopped several times in the highway shoulder to appreciate the show that happens very close of the highway.

I discovered that there was a ramp there in the Pico Olho D'Água (Pick Eye Of Water) (see videos in Youtube). vídeo2

The pilots landed in the vicinity of the city.

But, I think that some critical points exist regarding this ramp:


- First that doesn't exist a ramp officially in this place;

- The danger of flights exists because of the aerial traffic in function of the proximity with the international airport of São Paulo (Cumbica - Guarulhos);

- There are electric cables of high tension in the proximities;

- The existent landing was transformed in leisure street by the city;

- Experienced pilots qualify the flight in this place as very technician, in other words, it is not for inexperienced and nor pilots recently formed.

Coincidence or not, it has been a long time that I don't see more the candles hovering in those bands.


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